Os Juvenis do C.C.D Santa Eulália perderam hoje frente aos Amigos de Urgeses, primeiro classificado do campeonato, por 3-1. O golo solitário de Diogo Edgar, ainda na primeira parte, não chegou para fazer frente às duas equipas adversárias: o Urgeses e o trio de arbitragem.
"Saio deste jogo sastifeito pelo empenho, pelo futebol praticado por ambas as equipas, mas saio triste pelo trio de arbitragem", afirma o técnico Domingos Ribeiro. "Deixo um apreço à nossa massa adepta e associativa", acrescenta.
Na próxima semana, os Juvenis defrontam o Brito, novamente em casa.
C.C.D. Santa Eulália – G.D.R. Os Amigos de Urgeses – 16.ª Jornada
(JUVENIS)
Ficha de Jogo:
Local: Estádio Municipal de Santa Eulália
C.C.D. Santa Eulália vs. G.D.R. Os Amigos de Urgeses
C.C.D. Stª Eulália: Chico , Leite, Aprígio, Hernâni e Teixeira; Pedro Neto, Diogo, Bruno Vaz e Faria, Tiago Carvalho e Edgar
Jogaram ainda: Pacheco, Paulo e Luís Costa
Ao intervalo: 1 – 2
Resultado Final: 1 – 3 (Edgar)
Comentário à partida por Domingos Ribeiro, técnico do Santa Eulália:
“O jogo começou por ser um bom espetáculo de futebol, com duas equipas empenhadas em ganhar o jogo e com muito equilíbrio de ambas as partes. Embora as primeiras oportunidades tivessem sido nossas, a defesa deslizou. Através de um canto e de um lançamento lateral, o adversário marcou dois golos. Depois, os meus miúdos foram grandes e fizeram tudo para virar o marcador. Reduzimos ainda na primeira parte. Estava a ser um grande jogo de futebol, com duas equipas a jogar bem e com muito empenho pelo resultado. Na segunda parte, incrivelmente veio um vendaval e o nosso estádio ficou inclinado, totalmente inclinado para um lado. Entrou um trio de arbitragem com muito poder para resolver tudo o que bem entendia. Ainda bem que a partida foi em nossa casa, pois assim a nossa massa adepta e associativa viu o quanto nós sofremos ao longo do campeonato quando jogamos fora e algumas em casa, como esta, com equipas de arbitragens e adversários com maus comportamentos. Este trio, logo de início, incomodou a nossa equipa ao ponto de eu nem poder chamar a atenção aos meus miúdos. Tive de sair do recinto do jogo, por iniciativa própria, e ir para o outro lado do campo para estar à vontade e dar as minhas instruções. Deste modo, esse trio marcou tudo e mais alguma coisa contra nós: faltas sempre para o mesmo lado, penalty contra nós sem que nada fosse, um golo deles (o terceiro) com falta a nosso favor, uma expulsão de um miúdo meu quando este corta a bola mesmo tocando no adversário… Em suma, eu sabia que este jogo não dava para ganhar mesmo que marcássemos mais golos que o adversário. Não é assim que se trabalha nas camadas jovens. Lamento mesmo que já se comece desta forma nos miúdos – a fazer resultados nos bastidores descaradamente. Não gosto desta palavra, mas isto foi um roubo.”