C.C.D. Santa Eulália – A.D. Fafe – 18.ª Jornada
(BENJAMINS)
Ficha de Jogo:
Local: Estádio Municipal de Santa Eulália
C.C.D. Santa Eulália vs A.D. Fafe
C.C.D. Stª Eulália: Ricardo Costa; Chico; Tiago Costa.; Ricardo Martins; Abreu; César e Cláudio
Jogaram ainda: Zé Pedro; Diogo Neto; João Neto; Luís Dias e Lucas
Ao intervalo: 1 – 2 (João Neto)
Resultado Final: 3 – 4 (João Neto, Cláudio [2])
Comentário à partida por Rui Neto, técnico do Santa Eulália:
“Teoricamente este era um jogo muito complicado, pois jogamos contra o melhor ataque do campeonato, por isso tínhamos de fazer um jogo perfeito para tirar alguma coisa dele. Pedimos aos miúdos que fossem fortes e concentrados. Entramos apáticos no jogo e sofremos um golo logo no início, após um erro defensivo. Depois começamos a praticar o que sabemos e a criar ocasiões de golo tal como o Fafe. Foi um jogo muito partido durante todo o tempo, mas o resultado deixa a desejar, pois o resultado mais justo, na minha opinião, era o empate ou até a vitória. Hoje fomos infelizes e tivemos bastante azar, agora vamos levantar a cabeça e procurar a felicidade no próximo jogo.”
Pevidém S.C. – C.C.D. Santa Eulália – 19.ª Jornada
(INICIADOS)
Ficha de Jogo:
Local: Parque de Lazer de Selho
Pevidém S.C. vs C.C.D. Santa Eulália
C.C.D. Stª Eulália: Ricardo; Paulo, Barbosa, J. Carlos, Henrique; Júnior, Vitinha, Diogo; Jorge, Luís, Zé Pedro
Jogaram ainda: Alexandre, Carlos, Leandro, Vaz
Ao intervalo: 1 – 0
Resultado Final: 2 – 0
Comentário à partida por João Pedro Ferreira, técnico do Santa Eulália:
“Preparamo-nos para este jogo com todo o empenho e motivação no sentido de vencermos pela segunda vez consecutiva e iniciarmos um ciclo vitorioso. Infelizmente não foi possível, não porque tenhamos jogado mal, mas sim porque no futebol nem sempre a melhor equipa vence. Entrámos em campo personalizados; fortes e concentrados no momento defensivo, simples e organizados na transição, e dinâmicos no momento ofensivo. Criamos inúmeras ocasiões de golo, mas não conseguimos concretizar. Fomos a perder injustamente para o intervalo. Entrámos na segunda parte confiantes de que poderíamos dar a volta ao jogo, mas voltámos a não conseguir finalizar da melhor forma. As coisas tornaram-se mais difíceis quando um jogador foi expulso por exagerar nos protestos, após uma falta perigosa, em que o jogador adversário pisa a cabeça do nosso miúdo, mas o árbitro não vê. Com menos um jogador, e poucos minutos por jogar, arriscámos na tentativa de chegar ao empate. O adversário aproveitou o espaço e marcou pela segunda vez acabando com o jogo. Fica a nítida sensação de que poderíamos ter vencido este jogo facilmente, uma vez que fomos claramente superiores ao adversário em quase todo o tempo. Vamos dar continuidade ao trabalho desenvolvido sempre com o pensamento de vitória no próximo jogo.”